Joinville 84 x 90 Mogi

Foto by Jackson Nessler.
Realizado em: 10/01/2019 às 19h
Centreventos Cau Hansen

Faltavam 17 segundos, placar empatado 77 x  77, Mogi desperdiçou um arremesso para dois pontos e o rebote ficou com Cook. Avançamos para a quadra adversária gastando o tempo e das mãos de Starks saiu a bola decisiva faltando 1 segundo. Caprichosa, ela bateu no aro e acabou nas mãos do adversário enquanto o cronômetro zerava. Prorrogação! O coração foi na boca, mais 5 minutos para lutar por uma vitória, que diante de tantos sacrifícios deveria ser nossa, principalmente porque nos mantemos na dianteira praticamente por todo o jogo, seria a lógica.

 O ginásio estava com uma boa presença, dado o calor, a transmissão via web e o período do mês (férias). Em quadra coube a Cook, Bambu, Max, Starks e Jefferson dar o tom do início e que início. A partida também marcava um momento especial, o retorno de Max à casa, após um longo período afastado. Devemos reconhecer, como esse menino fez falta. 

 Mogi abriu o placar, mas nós tivemos mais tranquilidade no início para abrir pequena vantagem e aos 6:14 o placar era de 14 x 6, quando o adversário pediu tempo. A parada ajudou-os a encostar e nos paralisar no placar, o que durou até faltarem cerca de 4 minutos para o término do período, quando deslanchamos. Nosso foco estava em parar JP Batista, que não era nem de perto tarefa fácil visto sua força física, altura e desenvoltura, porém entre todos os seus marcadores nesse período destaco Rosniak que não se intimidou e até roubou a bola dele, como está crescendo esse menino. Quando terminando, Starks sofreu falta num arremesso de 3, convertido e ainda colocou mais um pontinho na conta convertendo o lance livre. Aliás, apenas nesse quarto foram 4 acertos em 5 tentados para 3 pontos de Starks, fazendo que ele fosse para o quarto seguinte com 15 pontos.

  No segundo quarto Mogi mudou de postura e foi mais eficiente em nos frear ofensivamente bem como efetivo na conversão de seus arremessos, trabalhando para diminuir nossa vantagem que chegará a 12 pontos.  Aos 8:18 o placar era de 30 x 21. E aos 2:46 era de 39 x 35. Nossos arremessos demoraram mais para cair  e apesar disso, ainda lutávamos muito na defesa para não permitir que o oponente deslanchasse, apesar de uma pontuação mais volumosa, não conseguiu o suficiente para assumir a frente no placar. Destaque para a bela cesta de Cook que arremessou todo desequilibrado.  E para as incontáveis recuperações de bola que apesar de nem sempre terem resultado em pontos a nosso favor, desequilibraram e muito o jogo para o adversário.  Foi uma briga sem fim, que terminou com 4 pontos de frente, 43 x 39, duas enterradas,  de Rosniak e de Mathias e comando no placar de Felipe, com 5 dos 17 pontos anotados, isso, jogando no sacrifício e fazendo o impossível na defesa.

 E recomeçou a partida. Tensão. Apesar de equilíbrio na parcial (20 x 22) foi o quarto aonde cometemos mais erros, mas também aonde mais recuperamos bolas, apenas Jefferson apanhou 3 das 5 recuperações. Comandados por Starks, com seus 12 pontos, resultado de 2 arremessos certeiros para 3 pontos em 3 tentados e 100% nos arremessos para 2 pontos, buscamos a manutenção da nossa vantagem, que chegou a ser de apenas um ponto, voltou para 4, chegou a ser de 8, cedemos ao empate e  a dianteira pela primeira vez, o último fato  faltando apenas 9 segundos, mas Starks descontou fechando o período em 63 x 61.

 Começamos o quarto com força, abrindo logo 5 pontos, com Starks, sendo o segundo ataque após recuperação de Jefferson e então paramos de pontuar. Destaque para a defesa que segurou o ataque adversário até 7:22 quando o placar permanecia 68×61.  O minuto seguinte mudou tudo. Mogi encaixou o jogo e empatou a partida, sobrepondo nosso início incrível. E não parou por aí, abriram 7 de vantagem nos minutos que se seguiram e parecia que nada mais estava dando certo. Restando pouco mais de 2 minutos para o final da partida Felipe recuperou a bola, mas foi dominado, não se dando por vencido pegou o rebote da tentativa frustrada de dois pontos do adversário, e com apoio de Jefferson converteu para 3 pontos, nos colocando de volta no jogo. O empate veio faltando 1:23 em arremesso certeiro de Cook com falta. Ele não sucumbiu a pressão e converteu. Dali para adiante o placar ficou inalterado, o coração quase saiu pela boca e o restante a gente já sabe, veio a prorrogação.

 Aproveitando-se de uma sucessão de erros, Mogi teve mais sangue frio e abriu logo 6 pontos de frente. O placar estagnou em 77 x 83 até restarem pouco mais 2 minutos para o encerramento. Quando Cook sofreu falta e converteu os dois lances livres e Jefferson converteu um arremesso para 3 pontos nos colocando de volta na partida. Porém nossas investidas não foram suficientes e com mais tranquilidade Mogi soube aproveitar seu bom momento e nosso cansaço para finalizar e nos arrancar a tão sonhada e merecida vitória.

 De saldo positivo temos as atuações de Felipe e Mathias que jogaram no sacrifício e contribuíram da melhor maneira que foi possível e por isso merecem todo nosso respeito, apoio e compreensão. Para Max que voltou e voltou com tudo. Para Rosniak que não se intimida e dá show sempre que entra, é muito bom poder ver  um garoto evoluir assim tão rápido e com confiança. Além de Cook com seus 22 pontos que juntamente com outros fundamentos lhe renderam 12 pontos de eficiência. Para Jefferson, que sem dúvidas é um atleta diferenciado e polivalente tendo alcançado a impressionante marca de 9 pontos, 7 rebotes, 6 assistências e 8 recuperações de bola, (parece até que se multiplicou em quadra), que lhe rendeu merecidíssimos 25 pontos de eficiência,  o que foi isso minha gente? Agora sem dúvida o dono da noite foi Starks. Nosso baixinho, sim, porque do alto de seu 1,72 cm ele foi gigante com seus 34 pontos, parte conquistada com suas 7 bolas de 3 pontos, tendo contribuindo ainda com 5 rebotes e 3 recuperações de bola, duas delas sensacionais que o atleta adversário deve estar procurando entender  o que aconteceu até agora, tendo lhe garantido 31 pontos de eficiência.

 Enfim, fizemos um grande jogo, faltou algumas coisinhas, principalmente um pouquinho de sorte, mas acredito num caminho muito bonito e produtivo para gente, então vamos voltar ao trabalho e buscar construir nossa história da melhor maneira possível, as vitórias virão.

1 thought on “Joinville 84 x 90 Mogi

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